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Ruth Marlene.
Este é um nome a reter. Não porque canta como uma bezerra com laringite mas porque aceitou tirar a roupa para a Playboy por uns singelos 800€.
É esse o preço actual da nudez publicável em Portugal. E por aí se vê a nossa pequenez.
Por 800€, aceitaria que me fotografassem os calcanhares. Ou então nudez integral por 800€ mas com 25€ de royalties por cada página afixada nas paredes das oficinas da Nação.
800€ é o preço de uma bimby. Anseio pelo dia em que Ágata se dispa por um fogão meireles e um trem de cozinha. Só as mulheres da tribo dos Massai se despem por menos e é para a National Geographic, que é uma espécie de Playboy antropológica. É esta a imagem que queremos passar para o exterior? Não, assim não vamos lá.
Nem assim, nem mantendo a linha de escolha de capas para a revista. Já tivemos a Ana Malhoa, agora foi a Ruth Marlene. E a seguir, meus amigos? A Dina? A Cândida Branca Flor? Uma edição especial com Ana Faria e os Queijinhos Frescos, agora já crescidos? Hum? Pois é...
Podemos dar graças ao senhor de não existir uma Playgirl, pois as hipóteses de ver uma edição de Natal com os Diapasão tal como vieram ao mundo não seriam assim tão descabidas. Possivelmente a troco de um jerrican de tinto do Cartaxo e um presunto de Chaves.
Pelo seu artigo logo se vê que o amigo não conhece...
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