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Convenhamos, se há coisa na qual nós, portugueses, somos exímios é a panicar por tudo e por nada e conseguir fazer de qualquer coisinha mínima uma razão para histeria em massa.
Exemplos não faltam, sendo que esta palermada da gripe A é o mais recente.
E dizem vocês, "epá, ò inútil, olha que isto é maleita agreste e já matou gente para chuchu".
Sim, é verdade. Mas também não será mentira dizer que todos os anos a boa velha gripe normal dá igualmente trabalho aos coveiros. A gripe A é isso mesmo. Uma gripe. Apanha-se mais facilmente, é certo, mas ainda assim não deixa de ser uma gripe. Ao fim e ao cabo, é aí que reside a diferença entre estas duas enfermidades, na facilidade de propagação.
Bom... aí e no facto do medo da doença ajudar os meios de comunicação social a vender e a indústria farmacêutica a atingir maiores lucros. Mas isso já é especulação.
A verdade é que hoje em dia ninguém pode dar um espirro na rua sem que se afaste toda a gente, como se estivessem na presença de um gajo com ébola. Tudo por causa do medo histérico da gripe. O mesmo medo que vai levar as urgências de tudo quanto é hospital a entupir quando chegar a altura das frugais gripes e constipações de inverno, aí sim, aumentando cabalmente o perigo de contágio.
O português já tem o desagradável hábito de ir ao hospital por dá cá aquela palha. Neste contexto, prevejo que à primeira fungadela, vá tudo a correr loucamente para as urgências, lenços de papel numa mão e testamento na outra.
Porquê? Sei lá. Porque somos parvos. Porque o medo se sobrepõe à racionalidade. Porque é mais fácil entrar em pânico do que tomar conhecimento dos sintomas da gripe A. Ou então só por ser mais fácil ir a correr para o hospital e não pensar que aí, efectivamente, há sérias hipóteses de apanhar um enfermo (estafermo...) que me possa contagiar.
O que sei é que não deve haver receio em andar de transportes públicos, permanecer em áreas bastante frequentadas, etc. Nem que seja de máscara, que isso não faz mal a ninguém. Mas numa urgência de hospital, meus amigos, só me apanham de escafandro.
Pelo seu artigo logo se vê que o amigo não conhece...
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