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IV - A técnica da não-técnica
Esta é a abordagem que requer mais disciplina. Nada complicada mas ainda assim científica.
Você sente necessidade de todo o afecto e carinho que um membro do sexo oposto pode proporcionar, mas não faz a mínima ideia de como lá chegar?
Epá, diga-lhe coisas bonitas, costuma resultar.
Como? Não conheces frases bonitas? Ah, não sabe nada de nada? Isso é que é chato.
Só lhe resta recorrer a esta abordagem, meu amigo.
Escolha um alvo da sua predilecção, preferencialmente alguém com quem tenha convívio habitual.
Aproxime-se dela e... não faça nada. A bem dizer, você não sabe mesmo como agir nessas circunstâncias. Assim, pelo menos não corre o risco de meter água como se fosse o Titanic.
Mantenha a proximidade visual, mas limite a sua oratória, fale o menos possível. Seja enigmático e crie toda uma aura de mistério em seu redor. Seja sorumbático. Sempre com muita calma e pouco paleio.
Mais cedo ou mais tarde, os boatos e lendas sobre a sua pessoa irão começar a surgir. Ela acabará por se sentir intrigada e irá meter conversa consigo. Nesse momento, continue a agir de forma circunspecta. Deixe-a magicar acerca da sua natureza.
Quando vir que ela está totalmente enrodilhada na teia de subterfúgios que você criou, simplesmente afaste-se. Ela vai acabar por ir ter consigo.
Sim, você ouviu bem! Ela irá ter consigo!
O mais difícil já está feito, a partir daqui a bola está no seu campo.
Não se esqueça que não pode manter essa máscara de criatura enigmática para sempre, sob pena de ela o vir a considerar um perfeito atrasado mental.
Alvo: Fêmeas ingénuas e de natureza curiosa.
Para quem serve: Machos totalmente desprovidos de ideias.
Pelo seu artigo logo se vê que o amigo não conhece...
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