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Da insistência

por Inútil, em 29.08.14

Sempre me fizeram confusão as pessoas que gritam ao telefone quando estão a perder rede e que martelam os botões do comando quando as pilhas estão no fim.

Porquê, senhores, porquê?

E porque não carregar no botão da consulta de saldo do multibanco com muita muita fé naqueles dias que antecedem o final do mês?

Ou carregar na caneta com mais força no boletim eleitoral no quadradinho daquele candidato que querem mesmo mesmo que ganhe?

É o mesmo princípio e tem o mesmo resultado prático! Zero.

Se a coisa se regesse assim, cada ida às finanças iria incorrer numa sessão de mocada no funcionário público que estivesse no guichet.

Na verdade, este é um conceito semelhante ao da violência doméstica.

Não é pelo cônjuge não estar a exercer um normal funcionamento que lhe temos de dar com uma enxada no lombo.

Há coisas que funcionam e há outras que não. Nem sempre percebemos porquê e a ausência de resultados irrita um gajo.

A verdade é que para isso parece que já há uma solução que não a insistência.

É rezar um terço.

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publicado às 00:59



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