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To have or to have not

por Inútil, em 23.08.07

Uma das coisas que mais aprecio na vida é juntar-me com amigos, beber uma cerveja e conversar. Falar sobre temas que não lembram ao menino Jesus, igualmente inúteis e disparatados.
Esta semana, por exemplo, enquanto víamos o Leixões-Benfica, dissertámos acerca do sistema de atribuição de recompensas.
Há a ideia generalizada que as recompensas são retribuições ofertadas a alguém que fez algo de bom, correcto ou de valor.
Acho que esse critério meritocrático não é o que permite a alguém ser gratificado. Acredito que essas recompensas são atribuídas após serem feitas cedências. Temos de perder algumas pequenas liberdades para sermos ressarcidos, não tanto fazer boas acções.
Um bom exemplo disso é a dieta. Durante meses a fio passa-se fominha e muita privação, mas assim que chega o verão, é uma alegria ir até à praia em trajes reduzidos e exibir o belo corpinho danone, adquirido graças às cedências feitas e liberdades entretanto perdidas. E sem boas acções feitas.
De uma forma muito linear, é mais ou menos isso o que acontece nas relações interpessoais. Obviamente que é uma questão mais complexa, mas muito basicamente, as alvíssaras que podem advir daí, sejam elas a companhia, diversão ou afecto, só são obtidas mediante muito empenho e alguns sacrifícios. É certo que neste caso as boas acções também ajudam. Mas acho que não tanto.
E é por isso que sabe tão bem sermos recompensados. Perdemos uma coisa mas ganhamos outra. Quase sempre mais valiosa. É só uma questão de estar ou não disposto a fazer cedências e sacrifícios.

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publicado às 04:02


1 comentário

De Anónimo a 23.08.2007 às 09:44

eu a uns bons dois anos tava com 70 kilinhos graças a um medicamento..depois comecei a achar que parecia uma rainha monstro do seculo nao sei das quantas...menos de 6 meses num ginasio, depois de algumas horinhas a esquiar...uma carta de conduçao.........agora algum nervosismos da univerisade(...)...voltei ao meu peso mais que perfeito..55 kilinhos....esqueletos ambulantes, nao obrigada! Concordo com tudo que disseste!

Anónima

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